Expectativa de vida de Sergipe é o 8º menor do país

Postado em - 26 de novembro de 2020 - 11:00 - Sem Comentários

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta quinta-feira (26), os resultados da Tábua de
Mortalidade (2019) para as Unidades de Federação. Confira os resultados para Sergipe.


Em Sergipe, a expectativa de vida ao nascer apresentou um leve aumento de 73,2 anos para 73,4 anos, mas segue
abaixo da média nacional, que foi de 76,6 anos, em 2019. Com isso, Sergipe é o 4º estado nordestino com menor
expectativa de vida ao nascer e o 8º menor em âmbito nacional. O estado de Santa Catarina, no Sul do país, apresentou a
maior expectativa de vida ao nascer, com 79,9 anos. A menor, está no Nordeste do país, no estado do Maranhão, com
71,4 anos.


Em Sergipe, a esperança de vida ao nascer dos homens foi de 69,2 anos, o que coloca o estado como o 4º menor do
Nordeste neste indicador e o 6º menor do país. Em âmbito nacional, essa média para homens foi de 73,1 anos.
A expectativa de vida ao nascer das mulheres no estado foi de 77,7 anos, sendo que a média nacional é de 80,1 anos. O
estado de Santa Catarina apresentou a maior expectativa de vida ao nascer do país entre mulheres, com 83,3 anos. A
menor expectativa foi registrada no estado de Roraima, com 75,1 anos.


Os maiores diferenciais de mortalidade por sexo refletem os altos níveis de mortalidade de jovens e adultos por causas
violentas, que incidem diretamente nas magnitudes das esperanças de vida ao nascer da população masculina. A
diferença entre a expectativa de vida entre homens e mulheres, em Sergipe, é de 8,5 anos, sendo a 4º maior diferença do
país.

Taxa de mortalidade infantil em Sergipe chega a 14,6


A taxa de mortalidade infantil em Sergipe, em 2019, foi de 14,6 a cada 1.000 nascidos vivos. Em 2018, essa taxa era de
14,8. Em âmbito nacional, essa taxa chegou a 11,9 no ano de 2019. Na colocação nacional com as maiores taxas, o
estado de Sergipe aparece em 13º e no Nordeste, em 5º.


A mortalidade das crianças menores de 1 ano é um importante indicador da condição de vida socioeconômica de uma
região. A menor taxa de mortalidade infantil foi encontrada no Estado do Espírito Santo: 7,8 óbitos de crianças menores
de 1 ano para cada 1.000 nascidos vivos, e a maior pertenceu ao Estado Amapá, 22,6 por mil, uma diferença de 14,8 por
mil.


Um indicador que reflete o nível da mortalidade de uma população como um todo, é a expectativa ou esperança de vida
ao nascer, pois um recém-nascido irá sofrer os riscos de morte em todas as fases da vida.

Fonte: IBGE

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