Viúvas de jogadores da Chapecoense organizam protesto: ‘Nada foi resolvido até agora’

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O voo da LaMia que vitimou 71 funcionários, dirigentes e jogadores da Chapecoense continua vivo na memória dos familiares das vítimas. Em entrevista à TV Globo, Rosângela Loureira, viúva de Cleber Santana, então capitão da equipe, afirmou que as famílias ainda lutam para receber a indenização pelo desastre.

“Vai fazer três anos da queda e nada foi resolvido até agora”, afirmou Rosângela.

No dia 26 de setembro, ela e outras oito viúvas, além do zagueiro Neto – um dos seis sobreviventes do acidente –, vão à Londres para protestar na sede da Aon, empresa que alegam ser a seguradora do voo.

“Todas as viúvas queriam estar lá, mas nem todas podem porque é em Londres. Não é barato. A gente está indo por nossa conta. Quem tem mais condições é quem está indo. Vamos fazer um protesto na sede. A empresa (Aon) é uma das patrocinadoras de um dos maiores times do mundo, que é o Manchester United. Até agora não tivemos verdades e nem reparações”, declarou.

O seguro da aeronave, segundo o GloboEsporte.com, era de 25 milhões de dólares – aproximadamente R$ 105 milhões – na época do acidente. Os advogados das famílias das vítimas alegam, porém, que até 2015 o valor de 300 milhões de dólares – cerca de R$ 1,2 bilhão – e que a apólice caiu de valor mesmo com o risco ampliado por passar a transportar clubes de futebol.

Fonte: IstoÉ

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